O sentido de estar vivo

Ao consultar livros sobre finanças, notei uma tendência interessante. Os conselhos são bons, porém muitos afirmam que a principal razão de cortar custos é viver melhor mais tarde. Mas um deles ofereceu uma perspectiva diferente e argumenta que o essencial é viver com simplicidade para se viver ricamente. E sugere que, se você precisa de mais bens para sentir alegria, “está perdendo o sentido de estar vivo”.

Isso me lembrou o homem que pediu a Jesus que mandasse seu irmão dividir uma herança com ele. Jesus o repreendeu antes de adverti-lo a guardar-se de “todo tipo de ganância. A vida de uma pessoa não é definida pela quantidade de seus bens” (v.15). Em seguida, Ele descreveu os planos de uma pessoa para armazenar a colheita e ter vida luxuosa, com a forte conclusão: a riqueza não lhe trouxe qualquer bem, uma vez que ele morreria naquela noite (vv.16-20).

Somos responsáveis por usar nossos recursos com sabedoria e Jesus nos adverte sobre a nossa motivação. Nosso coração deve estar focado em buscar o reino de Deus — em conhecê-lo e em servir aos outros — não em garantir o próprio futuro (vv.29-31). Ao vivermos para Ele, e compartilharmos com os outros, podemos desfrutar de uma vida rica com Ele agora — no reino que dá sentido à toda a vida (vv.32-34).

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