Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus, a Paz do Senhor!

Nesta oportunidade nós vamos meditar na Palavra de Deus que se encontra em Ap 21.1-5

Que diz a Bíblia sobre o céu? A Bíblia diz em Jo 14:2-3 “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar.

E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.”

O conceito de céu é fora do alcance da nossa compreensão. A Bíblia diz em 1 Co 2:9 “Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.”
Como descreveu Isaías o céu? A Bíblia diz em Isaías 65:21-23 “E eles edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o fruto delas.

Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus escolhidos gozarão por longo tempo das obras das suas mãos: Não trabalharão debalde, nem terão filhos para calamidade; porque será a descendência dos benditos do Senhor, e os seus descendentes estarão com eles. ”

 Haverá paz até no reino animal.

A Bíblia diz em Isaías 65:25 “O lobo e o cordeiro juntos se apascentarão, o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor.”

Os deficientes serão curados. A Bíblia diz em Isaías 35:5-6 “Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se desimpedirão. Então o coxo saltará como o cervo, e a língua do mudo cantará de alegria.”

Deus viverá com o Seu povo e não haverá mais morte, lamento ou dor. A Bíblia diz em Apocalipse 21:3-4 “E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.”

(Fp 3.20) Nossa cidade está nos céus
Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,

 Os Nossos Corpos de Glória

Naquele dia extraordinário, os túmulos se abrirão. E em Seu tremendo poder, o Senhor criará corpos novos e eternos. Esses corpos serão a imagem do santo e do justo, e nunca se corromperão.

E quando isso acontecer, nós falaremos uma língua – uma nova língua que todos iremos compreender.

Na verdade, todas as coisas serão feitas novas. Mais eletrizante para mim é o que acontecerá para os milhões de crianças mortas ou morrendo – – de todas as eras. Em um instante, essas preciosidades serão levantadas com novos corpos.

Penso nas crianças cujos corpos foram para a cova devido à doença, ou cujas carnes foram trucidadas em genocídios, cujos corpos foram estilhaçados por bombas.

Também penso em homens e mulheres cujos corpos foram desfeitos e destruídos pela doença; penso também nos corpos que foram enterrados em caixões vedados.

Penso nos mártires de todas as épocas, nos que morreram por meio da tortura, foram mutilados, serrados ao meio, decapitados, queimados em fogueiras.

Todos estes sairão dos túmulos com novos corpos, para nunca mais verem a corrupção ou a dor.

A minha mente tem dificuldades em registrar essas coisas – contudo o meu coração se alegra com elas!

Não haverá relógios no céu, pois o tempo não existirá mais. João escreve que um anjo apareceu diante dele de pé sobre o mar e a terra.

O anjo então levanta a mão para o céu e, segundo João, “Jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o mesmo que criou o céu, a terra, o mar e tudo quanto neles existe: Já não haverá demora” (Ap 10.6).

Chegará um momento quando o próprio tempo será deixado de lado. Imagine isso: nada de anos, nada de meses ou semanas, nada de mais dias, horas, minutos ou mesmo segundos.

Não haverá nada para marcar o tempo, nem a noite nem a luz do dia, pois Cristo será a luz no paraíso. Um pastor Puritano tentou descrever à sua igreja a ausência de limite da eternidade.

Disse para que eles não tentassem entender, que a eternidade sempre foi e sempre será; sem começo ou fim. Deu-lhes essa ilustração: “Visualize a terra como uma bola de areia, quase 50.000 quilômetros de circunferência. A cada mil anos, um passarinho voa sobre ela e retira um grão de areia.

Quando ele remover o último grão, então a eternidade acabou de se iniciar”. Em outras palavras, na grande trama da eternidade, o “tempo” está nesse momento fazendo apenas uma breve aparição. Dia virá em que o tempo terá totalmente servido ao seu propósito e será abolido. É tudo surpreendente demais para eu avaliar.

 Veja o resumo de Paulo sobre os céus

Paulo exulta: “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (I Co 15.57).

Muitos cristãos citam esse versículo diariamente, aplicando-o à suas lutas e tribulações. Mas o contexto no qual Paulo o diz sugere um significado mais profundo.

Só dois versos antes, Paulo declara, “Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (15:54-55). Paulo estava falando eloqüentemente sobre o seu ardente desejo pelos céus.

Ele escreve, “Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus. E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial” (2 Co 5:1-2).

O apóstolo então acrescenta, “Entretanto, estamos em plena confiança, preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor” (5:8).

De acordo com Paulo, o céu – o estar na presença do Senhor por toda a eternidade – é uma coisa que devemos desejar de todo o nosso coração.

 Talvez Tudo Isso Soe Distante ou Forçado Para Você,

Quando o fiel apóstolo foi arrebatado ao céu, “ouviu palavras inefáveis, as quais não são lícitas ao homem referir” (2 Co 12:4).

Paulo diz que ficou espantado com o que ouviu lá. Creio que estes foram exatamente os sons que ouviu: ele teve um vislumbre do canto e do louvor a Deus pelos que estarão se rejubilando em Sua presença, com seus corpos já inteiros, suas almas cheias da alegria e paz.

Foi um som tão glorioso que Paulo pôde ouvi-lo, mas não conseguia repeti-lo. Amado santo torne o céu o seu desejo mais sincero. Jesus está voltando para os que desejem ardentemente estar com Ele lá

Vejamos agora “As Sete Coisas Que Não Haverá no Céu”

1. No céu não haverá mar (Ap. 21.1)

O mar fala de inquietação, agitação tribulação, ventos e tempestades – se acabarão no céu.

Há duas explicações boas desta frase.

A primeira liga o mar ao contexto imediato, sugerindo que ele pertence à mesma categoria do céu e terra que passam no mesmo versículo.

Assim, seria o mesmo mar da sociedade humana de onde surgiu a besta (13:1). A segunda identifica o mar com o mar de vidro (4:6; 15:2).

Nesta segunda interpretação, o mar representa a separação entre Deus e suas criaturas, e seria uma progressão de separação (4:6) à transição (15:2) à proximidade (21:1).

Ambas as interpretações enfatizam a nova ordem de bênçãos para os fiéis depois do castigo dos ímpios.

2. No céu não haverá choro (Ap. 21.4)

O Deus dos abatidos e tristes, ele mesmo enxugará pessoalmente as nossas lágrimas, que serão transformadas em alegria (Sl 126.5) , bem aventurados os que choram pois eles serão consolados.

E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

Pelo fato de Deus passar a habitar com os homens, haverá somente alegria, pois a alegria do Senhor é a força do seu povo ( Ne 8:10 ). Deus enxugará toda lágrima dos olhos dos que habitarem a nova terra, pois não mais haverá morte, pranto, dor ou clamor, isso porque as primeiras coisas concernentes à primeira criação são passadas.

A presença de Deus entre os homens é vida. A comunhão com o Senhor produzirá alegres cânticos entre o seu povo, pois não mais haverá separação entre Deus e os homens (morte) quando houver novo céu e nova terra ( Is 25:8 ).

A Igreja de Cristo já é participante desta promessa, pois possui comunhão plena com Deus. Deus é vida, e ao habitar os cristãos, produz vida em abundância. A igreja não produz lágrima, pois ela é fruto da obra de Cristo, que veio consolar todos os tristes ( Is 61:2 ).

Ao ascender aos céus, Cristo enviou o Consolador, o que significa que a igreja já teve os seus olhos enxugados. A dor, o pranto, o clamor por estar cansado e oprimido já foi aliviada, uma vez que em Cristo a igreja já alcançou descanso.

Como pode os convidados do noivo estar tristes, uma vez que ele está com os seus para sempre? ( Mt 9:15 ; Mt 28:20 ).

E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram: O livramento do povo da opressão foi descrita num cântico por Isaías: “Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos…” (Is 25:8; cf. 30:19; 35:10).

A volta do cativeiro traria alegria, expulsando a tristeza do meio do povo (Is 51:11). As boas-novas da salvação no Ungido iam “consolar todos os que choram” (Is 61:2). Esta alegria se tornaria característica dos novos céus e nova terra (Is 65:19-20).

3. No céu não haverá dor (Ap. 21.4)

O ser humano sofre com dores, cansaços, dor no coração, na alma, e é afligido lá ele tirará todo fardo pesado toda opressão deste mundo de pecado que nos rodeia e os enfados da carne.

No Céu, não haverá mais dor, doença, enfermidade, sofrimento ou morte (Apocalipse capítulo 21).

Nós devemos ser menos preocupados com a nossa condição física neste mundo e um pouco mais preocupada com a nossa condição espiritual (Rm 12:1-2).

Assim, podemos focar nossos corações no Céu e em quando não tivermos mais que lidar com problemas físicos. Ap 21:4: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.”

4. No céu não haverá tristeza (Ap. 21.4)

Tristeza é algo que destrói a alma e deixa abatido nosso coração, lá não seria possível ter a tristeza, pois na presença do Rei dos Reis até a tristeza salta de alegria, pois será alegria no Espírito, a tristeza será transformada em uma alegria eterna.

“Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. Alegro. Pela mesma razão alegrai-vos.” (Fp 3:1a;2:17b,18b)

 PAULO NOS EXORTA A QUE NOS ALEGREMOS:

A questão é: há motivo para se alegrar? Certamente não há apenas um motivo. A alegria experienciada pelo cristão é múltipla:

 A ALEGRIA DA PRESENÇA DO SENHOR

“Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente.” (Sl 16:11)

 A ALEGRIA DA SALVAÇÃO

“Restitui-me a alegria da tua salvação.” (Sl 52:12a)

“Eis que Deus é a minha salvação; confiarei e não temerei, porque o SENHOR Deus é a minha força e o meu cântico; ele se tornou a minha salvação. Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação.” (Is12:2-3)

“Ele desceu a toda pressa e o recebeu com alegria.” (Lc 19:6)

“Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. Digo-vos que assim haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.” (Lc 15:5,7)

 A ALEGRIA DE SER PARTE DA VIDEIRA E DE DAR FRUTOS

“Eu sou a videira, vós os ramos. Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto. Tenho-vos dito essas causas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo.” (Jo 15:5a, 11)

 A ALEGRIA DA PALAVRA DO SENHOR ESTAR EM NOSSO CORAÇÃO

“Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo teu nome sou chamado, ó SENHOR, Deus dos Exércitos.” (Jr 15:16)

 A ALEGRIA DA CONSAGRAÇÃO

“Então irei ao altar de Deus, de Deus que é minha grande alegria; ao som da harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu.” (Salmos 43:4)

 A ALEGRIA DE FAZER A VONTADE DE DEUS

“Agrada-me (Deleito-me) fazer a tua vontade, ó Deus meu, dentro em meu coração está a tua lei.” (Sl 40:8)

 A ALEGRIA DA ORAÇÃO RESPONDIDA

“Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi, e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.” (Jo 16:24)

 A ALEGRIA DE VIVER A VIDA DO REINO

“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo.” (Rm 14:17)

 A ALEGRIA DE VER CRISTO EM RESSURREIÇÃO

“Em verdade, em verdade eu vos digo que chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria.

A mulher quando está pra dar a luz, tem tristeza, porque a sua hora é chegada; mas, depois de nascido o menino, já não se lembra da aflição, pelo prazer que tem de ter nascido ao mundo um homem.

“Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar.” (Jo 16:20-22)

“E, dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor.” (Jo 20:20)

“Este é o dia que o SENHOR fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele.” (Sl 118:24)

 A ALEGRIA DE SOFRER PELOS INTERESSES SO SENHOR

“Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem e vos perseguirem e, mentindo, disser todo mal contra vós. Regozijai e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram os profetas que viveram antes de vós.” (Mt 5:11-12)

“E eles se retiraram do Sinédrio regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome.” (At 5:41)

 A ALEGRIA COM O SENHOR EM SEU REINO

“Disse-lhe o Senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei: entra no gozo do teu senhor.” (Mt 25:23)

Não é de admirar que Pedro, pôde declarar:

“A quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória.” (1 Pd 1:8)

5. No céu não haverá noite (Ap 22.5)

1 – O “Haja Luz” foi dito por Deus no primeiro dia da criação;

2 – O “Haja luminares”, para alumiar a terra, foi dito no quarto dia da criação (este detalhe já anula que o Haja Luz seja o momento da criação do Sol físico);

3 – No versículo 4, Deus faz separação entre a luz e as trevas. (Separação está incluso em novo assunto)

Está entendido que, antes que Deus dissesse: “Haja luz”, a situação inicial era de trevas. Que, a partir do momento em que a Luz foi manifestada, “algo” permaneceu em Trevas, confirmado pelo versículo

4. O que é Trevas não pode ser alterado pela Luz. O que tem na essência existencial as Trevas, jamais será ou terá Luz.

Quando Deus iniciou a criação, iniciou, também, a contagem do tempo para um fim específico dentro da eternidade.

Neste mundo em que vivemos existe a contagem do tempo, na eternidade não. A eternidade não tem começo e nem fim. Este mundo que foi criado tem um começo e terá um fim.

Ele ordenou que houvesse a separação entre a Luz (do Haja Luz), e as Trevas (que já existiam), mas, essas Trevas não foram alcançadas, não foram envolvidas e agraciadas pelo Haja Luz; tanto que, a Luz do Haja Luz, Ele chamou Dia (versículo 5) e, o que ainda permaneceu em Trevas, chamou Noite (ainda versículo 5), encerrando o versículo confirmando que era o primeiro dia da criação;

Na Bíblia há situações específicas e especiais onde a palavra “Dia” está escrita com a inicial “D” maiúscula;

Agora, vamos para o quarto dia da criação, no versículo 14 Deus disse: “Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite…”, complementando no versículo 15 diz: “E sejam para luminares na expansão dos céus, para alumiar a terra …”, repetindo essa ordem no versículo 17, “… para alumiar a terra …”;

A luz do quarto dia da criação (sol) foi criada para isso, ou seja, o sol de dia e a lua de noite iluminariam a Terra.

O luminar maior (sol) para governar o dia e o luminar menor (lua) para governar a noite (versículo 16); esses luminares físicos estão visíveis na expansão dos céus para emanar e refletir a luz, respectivamente, e iluminar o que não foi envolvido pelo Haja Luz do primeiro dia da criação. O sol emana luz própria, a lua, reflete a luz do sol.

Assim, se houve a necessidade de criação dos luminares, a parte que corresponde abaixo da expansão dos céus estava e permanece nas Trevas que Deus chamou Noite (com letra maiúscula). Acima da expansão dos céus fica a parte correspondente onde está manifestada a Luz do “Haja luz” que Deus chamou Dia, com letra maiúscula;

O Dia e a Noite do primeiro dia da criação são distintos do dia e da noite do quarto dia da criação. Para a parte que permaneceu em Trevas onde/no qual a Luz do Haja Luz não opera, Ele criou os luminares e, através desses luminares procedeu à outra separação entre dia e noite (com iniciais minúsculas). Se o sol físico for removido, volta a situação de trevas total, MAS, a Luz do Haja Luz não se extingue.

Lembrando: O que é Trevas não pode ser alterado pela Luz. O que tem na essência existencial as Trevas, jamais será ou terá Luz.

Onde está a Luz, do Haja Luz? Resposta: Acima da expansão.
O que é “expansão”? Resposta: A expansão é o céu.

O sol está na expansão e não acima da expansão. Se o sol estivesse acima da expansão ele não poderia inclusive iluminar a Terra que está abaixo da expansão.

A noite é período de trevas, Jesus mencionou sobre a noite, noite lembra o juízo de Deus sobre o rei Belsazar quando apareceu a mão misteriosa, noite lembra as trevas do mundo onde não pode mais trabalhar, noite lembra o choro (Sl 30.5), mas lá o Cordeiro de Deus iluminará a cidade para todo sempre.

Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro: O santuário do tabernáculo e, depois, do templo, no Velho Testamento, servia para representar a presença de Deus.

Era uma sombra da comunhão íntima dos santos com o Senhor. Mas o Cordeiro trouxe esta comunhão íntima. Habitou entre os homens (Jo 1:14). Prometeu fazer morada nos fiéis (Jo 14:23). No Apocalipse, Deus estende sobre os fiéis o seu santuário (7:15). Ele é o santuário verdadeiro dos seus servos.

A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada: Além de oferecer a proteção como santuário, Deus é a única fonte de luz, pois ele é luz (1 Jo 1:5).

No universo físico, ele colocou o sol, a lua e as estrelas para alumiar a terra, mas a luz já existia antes da criação desses luzeiros (Gn 1:3,14-19). Isaías usou o mesmo conceito para descrever a bênção da comunhão no reino messiânico (Is 60:1-3,19-20). Jesus afirmou claramente: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida” (Jo 8:12).

As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória: Em Isaías 60:3, o profeta olhou para a glória futura do reino de Cristo e falou que as nações e reis iam encaminhar-se para a luz de Deus. É uma das várias profecias da salvação dos gentios cumpridas a partir da conversão da família de Cornélio (Atos 10).

6. No céu não haverá maldição (Ap. 22.3)

No Éden, o homem vivia em comunhão, após pecar a maldição entrou na terra e ela começou a produzir espinhos e abrolhos, gerados pela desobediência do homem quando pecou, mas no céu tudo será restaurado e a maldição do pecado, da terra será aniquilada (Gl 3.10) A maldição já foi destruída.

Nunca mais haverá qualquer maldição: Zacarias falou da salvação de Jerusalém quando disse: “Habitarão nela, e já não haverá maldição, e Jerusalém habitará segura” (Zc 14:11). A maldição que afligia o homem desde o pecado do primeiro casal no Éden foi removida pelo sacrifício de Jesus. A cidade santa é abençoada e segura.

Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro: Olhando para a circunstância abençoada de Israel restaurada, Jeremias disse: “Naquele tempo, chamarão a Jerusalém de Trono do Senhor” (Jr 3:17).

Novamente, a figura frisa o ponto mais importante de toda esta imagem de bênção – a presença de Deus.

A cidade santa deriva sua beleza e grandeza, não de pedras ou ouro ou qualquer outro elemento material, mas da presença de Deus. E todas as referências a materiais preciosos servem simplesmente como símbolos do povo abençoado na presença do seu Deus.

Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face: Deus está no trono, e os servos lhe dão a devida honra. Não há privilégio maior para uma criatura do que servir na presença imediata do Criador.

A proximidade desta comunhão é destacada pelo acréscimo: “contemplarão a sua face”. Esta expressão vem de vários textos que frisam a comunhão dos justos com Deus. “Eu, porém, na justiça, contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança” (Sl 17:15). “Porque o Senhor é justo, ele ama a justiça; os retos lhe contemplarão a face” (Sl 11:7; cf. 140:13).

Esta frase descreve o tipo de comunhão especial com Deus que Moisés gozava (Nm 12:6-8; Dt 34:10).

E na sua fronte está o nome dele: O sumo sacerdote tinha na sua mitra uma lâmina de ouro com as palavras “Santidade ao Senhor” (Êx 28.36-38) que usava para representar o povo diante de Deus.

Aqui, o próprio povo de Deus se apresenta como a propriedade dele. Como já observamos nos comentários sobre 3.12, o nome gravado representa posse. O povo – a igreja, a noiva, a cidade santa – pertence a Deus.

7. No céu não haverá morte (Ap 21.4)

O último inimigo foi vencido ele ressuscitou e vive, morte onde está seu aguilhão onde está a tua vitória, a morte foi vencida eu e você viveremos com ele estaremos com ele, pois somos vencedores e lá no céu tudo será imortal, para toda eternidade.

 A derrota da morte.

A morte foi derrotada pelo Senhor Jesus em sua ressurreição. Com ela, assegurou o cumprimento de sua promessa de ressurreição para todos quando de sua volta.

Leia 1 Cr 15.54-57 e responda: qual é o ensino deste texto? Ao ensinar aos crentes a certeza que há de que Cristo ressuscitou e que todos nós havemos de ressuscitar Paulo permite que observemos O Cântico de Vitória Sobre a Morte:

a) Quando se der esta transformação (ressurreição e imortalidade) cumprir-se-á as promessas sobre a vitória de Cristo em relação à morte (v.54).

b) A morte é um inimigo cruel e ela se apresenta como um aguilhão, a arma de um animal venenoso, como o ferrão de um escorpião (v.55).

c) Esse ferrão é o pecado cuja força é a lei no sentido de que nos condena, declarando o pecado e suas conseqüências (v.56).

d) Em Jesus Cristo nós alcançamos vitória sobre a lei, e sobre o pecado (v.57).

e) O pecado e a morte não têm mais domínio sobre nossa alma, porque já estamos com Deus; nem sobre o nosso corpo que ressuscita garantido pela ressurreição de Cristo.

E satanás causador da morte será vencido e esmagado; logo a morte também o será. Leia Romanos 16.20 e responda como se dará isso? A morte tem como ferramenta fatal o pecado.

Mas ela já o perdeu: foi arrancado por Jesus.

Quando ela o aguilhou na cruz, seu ferrão foi arrancado por Jesus.
Não precisamos mais temê-la, pois ela está vencida. A grande bênção da vida cristã, pela qual cada crente deve render graças a Deus constantemente, é a certeza de que, morrendo, irá imediatamente para o céu, lugar da habitação de Deus, e onde não existe mais sofrimento nem morte.

“Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas” (Ap 21.4).

Que Deus nos abençoe e nos guarde no seu grandioso amor, em nome de Jesus, amém!

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